quarta-feira, 13 de abril de 2011

Espaço cultural ajudará a revitalizar Recife Antigo

Existem vários projetos para revitalizar o centro do Recife, recebi esse projeto, por email, fonte Arco Web, tanto os textos como imagens, espia só:

O desenho propõe um diálogo franco com o único imóvel tombado do entorno, a torre Malakoff. “Inicialmente, a ideia era ocupar um galpão que existe no porto e construir outro volume ao lado. Estamos fazendo algo parecido: no espaço que estava vazio se erguerá um edifício usando alguns elementos do antigo, que será demolido para dar lugar a um bloco novo”, conta Fanucci.
A decisão, que pode parecer um contrassenso, cria um respiro na frente da torre ao abrir um grande vão no nível do pedestre. Assim, o projeto estabelece uma relação direta com o bem tombado: enquanto o prédio antigo (hoje cercado por muro) é valorizado, o novo, com seu gesto, conecta-se à história.






entrada do centro cultural fica do lado oposto, mais próximo da área de desembarque de navios de passageiros. Os arquitetos criaram uma praça de acesso que evoca o juazeiro, árvore do sertão presente no largo que era local de encontro de sanfoneiros em Exu, cidade natal de Gonzaga.
A abertura na laje de concreto permitirá que o juazeiro cresça. “Quando o sol bater ali, o piso da praça de acesso ficará marcado com a galhada”, antevê Ferraz.
O projeto arquitetônico foi concebido juntamento com a curadoria, realizada por Isa Grinspum Ferraz,Helena Tassara Marcelo Macca. Depois de algumas peças históricas de Gonzaga, o visitante vai “mergulhar” no sertão ao entrar no “útero”, um espaço ovalado de aço cortén com projeções em toda a volta.
No térreo, o roteiro é indicado pelo rio São Francisco - reverberando a ideia de Lina Bo Bardino Sesc Pompeia - e conduz o frequentador a uma série de experiências balizadas por temas como “ocupar o sertão”, “viver no sertão” e “trabalhar no sertão”.
Além de outras atrações, o percurso termina nomezanino, onde os visitantes poderão gravar em estúdio versões de músicas de Gonzaga. O edifício possui ainda biblioteca e discoteca multimídia, espaço para exposições temporárias, auditório com 260 lugares, oficinas, salas de múltiplo uso e restaurante na cobertura.
Um dos pontos altos do projeto de arquitetura é o fechamento do prédio novo com elementos vazados de concreto, de 1 x 1 metro, desenhados pela equipe. Além de sombrear e criar galerias internas interessantes, a proposta caracteriza o centro cultural usando a memória arquitetônica domodernismo brasileiro. Ali, é Luiz Nunes - autor da caixa-d’água de Olinda - quem encontra Luiz Gonzaga.













Texto de Fernando Serapião

Publicada originalmente em PROJETODESIGN


quinta-feira, 31 de março de 2011

Urbanizacion del Sector "La Lastra"



León, España 2003-2006
Urbanizacion del Sector "La Lastra" para Viviendas y Dotaciones Municipales
Encargo. Urbanización terminada, área en desarrollo
Superficie: 944.289 m² urbanizados.


El parque de La Lastra se compone con la superposición de cuatro diferentes modalidades de espacio natural: un parque fluvial, un parque urbano, un parque agrícola y un parque equipado. 


Ligado a la urbanización de La Lastra,ambos espacios públicos, La Lastra y el parque, adoptan una mínima estrategia de pompas ajardinadas y pompas urbanizadas respectivamente de forma que todo el conjunto adquiere una continuidad y una escala capaces de diluir los limites tradicionales entre fábrica urbana y parque, confirmando un conjunto unitario que responde a la forma en que las nuevas generaciones pueden entender la relación entre naturaleza y artificio








cliente: Ayuntamiento de León /arquitectura: Abalos&Herreros / directores del proyecto: Juan Herreros, Iñaki Ábalos /colaboradores: Mireia Martínez, Christof
Brinkmann, Juanjo González Castellón, Rubén Briongos, John Villar / paisajismo:Teresa Galí-Izard / ecología: Antonio Gómez Sal / arte: Alicia Chillida /estructuras: Schlaich, Bergermann und Partner /

quarta-feira, 16 de março de 2011

Curso Superior de Posgrado en Gestión Cultural, Patrimonio y Turismo Sustentable

Inscripción desde el 1ºde dicembre de 2010 al 22 de marzo de 2011
Fundación Ortega y Gasset Argentina. Instituto Universitario de Investigación Ortega y Gasset de España.
La sociedad de hoy ha incrementado progresivamente la realización de proyectos y actividades relacionadas con la cultura, ampliando en consecuencia, la capacidad de consumo de bienes y servicios culturales. Esta realidad no siempre se ha visto compensada por el desarrollo de proyectos culturales orientados de manera integral a las actuales condiciones sociales y económicas.
El patrimonio cultural y natural, analizado desde sus diferentes perspectivas - artística, histórica, pública y privada - requiere en la actualidad, de gestores cualificados, capaces de dirigir, organizar y administrar los recursos culturales, aunando el respeto, realce y conservación de sus características de identidad y, al mismo tiempo, dotándolos de las condiciones económicas de desarrollo y rentabilidad suficientes para garantizar su continuidad a lo largo del tiempo.
La Fundación Ortega y Gasset Argentina junto con el Instituto Universitario Ortega y Gasset de Madrid, adscripto a la Universidad Complutense de Madrid, conscientes de estas necesidades ofrecen, por medio del Curso Superior de Posgrado en Gestión Cultural, Patrimonio y Turismo Sustentable, una excelente opción de formación profesional para graduados que, dentro del ámbito público y privado, orienten su actividad hacia la gestión y dirección de este tipo de proyectos.
Informes e Inscripción
Fundación Ortega y Gasset Argentina
Viamonte 525 3ºp - Centro Cultural Borges
Tel 4314-2809 / 5555-5452
gestionculturalfoga@ortegaygasset.com.ar

Más informácion en: http://www.ortegaygasset.com.ar/index.php?option=com_content&view=article&id=243:becas-bunge-y-born&catid=94:inicio&Itemid=53

terça-feira, 15 de março de 2011

Letterbox House in Australia by McBride Charles Ryan

A Casa Letterbox por McBride Charles Ryan está localizado em Blairgowrie na Austrália. O seu desenho único e angular fantástica utilização da madeira chama bastante a atenção por não ser muito semelhante a qualquer coisa que eu tenho visto ultimamente. Algumas fotos abaixo mostram melhor o projeto:

Project Name: Letterbox House, Blairgowrie
Principal Architects: Rob McBride, Debbie-Lyn Ryan
Project Team: Adam Pustola, Meredith Dufour, Michael McManus, Angela Woda, Matthew Borg, Fang Cheah, Flynn Lewer
Size: 290m2
Photographer: John Gollings / GollingsPidgeon


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

The Meera House Is Covered in Grass

The Meera House designed by Guz Architects and built in Singapore is the kind of building that shows you how to make the most of the available space. The neighboring buildings of the Meera are fairly close so the house has two solid walls on each side meant to preserve privacy as much as possible while the front and back of the house will get you access to the warmth of the sun, the ocean view and the grass-covered roof. That’s right, the Meera House is covered in grass but that’s not the only surprising element of this marvelous design. Just check out the staircase or that swimming pool which is separated by a glass wall from the lower level of the house and you’ll understand what I mean. What do you like best? Via Guz Architects
 









quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Bioarquitetura: Nautilus, a casa caramujo, de Javier Senosiain

Inusitado. É o mínimo que poderiamos dizer desta casa projetada pelo escritório Senosiain Arquitectos.
O espanhol Javier Senosiain é adepto da bioarquitetura.

Uma construção ecológica e orgânica baseada em desenhos inspirados na natureza, em equilíbrio com seu ecossistema.

Os clientes, um jovem casal com dois filhos, que após viverem numa casa convencional quiseram mudar para uma integrada à natureza. O terreno com topografia ascendente, é limitada ao sul, a norte e ao leste por enormes edifícios. Pelo lado oeste possibilita uma ampla visão das montanhas.












quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Deque flutuante para uma entrada de impacto

Como está a 50 m do chão, esta casa ganhou uma entrada flutuante, com deque de cumaru em balanço. A arquiteta Solange Cálio projetou a passagem em conjunto com o paisagista Luciano Fiaschi. O jardim comlicualas, palmeiras-fênix, calateias e ciclantus foi projetado no chão, forrado de seixos, justamente para dar leveza ao deque. Como o espaço é parcialmente fechado com o forro de taquara - trabalho feito com casca debambu trançada -, as folhagens são todas de sombra. A área ainda abriga um espelho d'água com três bicas.


Fonte: Casa e Jardim

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